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Published during the military dictatorship, it spoke to behavioral transformations of those years driven, in part, by the hippie, black, gay and feminist movements. Fashion is not a neutral and apolitical practice, but one permeated by worldviews, interests and regulations, which may or may not reiterate social inequalities. Therefore, the objective of the text is to understand whether the representations of black people in fashion images, which circulated in Pop, questioned and/or reinforced racial inequalities. To do this, I rely on Cultural Studies and Race Studies and the History of Brazil and Fashion. From the analyses, I found that the representations of young black people were linked to the attempt to give the magazine a \"cool\" veneer, without worrying more deeply about reducing racial inequalities.","Young Black People in Pop, Brazil's First Youth Magazine (1970s)",{"keywords":29,"excerpt":30,"title":31},"\u003Cp>Juventude negra, revista Pop, anos 1970\u003C/p>","A Pop, primeira revista destinada à juventude brasileira, circulou entre 1972 e 1979 pela editora Abril, abordando a moda como um de seus principais assuntos. Veiculada em plena ditadura militar, ela dialogou com transformações comportamentais daqueles anos impulsionadas, em parte, pelos movimentos hippie, negro, gay e feminista. A moda não é uma prática neutra e apolítica, mas atravessada por visões de mundo, interesses e regulações, podendo reiterar ou não desigualdades sociais. Logo, o objetivo do texto é compreender se as representações de pessoas negras em imagens de moda, que circularam na Pop, questionaram e/ou reforçaram desigualdades raciais. Para isso, me apoio nos Estudos Culturais e Estudos de Raça e na História do Brasil e da Moda. A partir das análises, verifiquei que as representações da moçada negra estavam ligadas à tentativa de atribuir um verniz \"descolado\" à revista, sem se preocupar, mais profundamente, com a redução das desigualdades raciais.","Moçada Negra na Pop, Primeira Revista Jovem do Brasil (anos 1970)",[33,34],"primary","secondary","1200ea47-b79e-4a53-88ca-474eb1421cb1",[37],{"id":7,"name":8,"lastName":6,"email":38,"designation":7,"description":39,"role":7,"_id":10,"createDate":40,"filiation":13,"slugs":41,"url":7,"path":42,"lastmodified":43,"objectID":10},"maureen.schaefer@gmail.com",{},"2025-12-17T04:52:54.970Z",[15,16],"people/67447bc2-67a9-49da-b9db-71722cbb3d32",1765947174970,[10],"article",{"startPage":47,"file":48,"references":51,"endPage":151,"track":152,"doi":153},6601,{"fullpath":49,"name":50},"https://storage.googleapis.com/memoria-ped.appspot.com/articles%2F15_pd_design_2024%2F16531_10096.pdf","16531_10096.pdf",[52,55,58,61,64,67,70,73,76,79,82,85,88,91,94,97,100,103,106,109,112,115,118,121,124,127,130,133,136,139,142,145,148],{"id":53,"label":54},"0ac17af8-ec40-4da2-8746-18a35e771c01","\u003Cp>GUIMARÃES, Antônio Sérgio Alfredo. 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Acesso em: 19/04/2024.\u003C/p>",{"id":74,"label":75},"23993733-16c9-484b-bb56-1e264612af13","\u003Cp>DUNN, Christopher. Black Rio: a contracultura negra dos anos 70. In: KAMINSKI, Leon (org.). \u003Cstrong>Contracultura no Brasil, anos 70: circulação, espaços e sociabilidades\u003C/strong>. Curitiba: Editora CRV, 2019.\u003C/p>",{"id":77,"label":78},"ed43ea2b-345e-4e3b-ba2b-109cb1726d9c","\u003Cp>FOGG, Marnie. \u003Cstrong>Tudo sobre moda\u003C/strong>. Rio de Janeiro: Sextante, 2013.\u003C/p>",{"id":80,"label":81},"f8e2823a-fcb5-4cda-bdac-25e7f9e2be66","\u003Cp>FOLTER, Regina. O que é tokenismo? (2020) Disponível em: https://www.politize.com.br/tokenismo/. Acesso em: 29/03/24.\u003C/p>",{"id":83,"label":84},"5b389146-1082-4c00-b260-f198a7503d5f","\u003Cp>FRANÇA, Maureen Schaefer. \u003Cstrong>Juventude \"transada\": moda como tecnologia de gênero na revista pop (anos 1970)\u003C/strong>. 2021. 466 f. 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I seek to understand how the covers of Pop shaped models of youth that, a priori, questioned social conservatism, expanding references for the construction of youth identities. In this perspective, I use research on Youth, Gender, Race, History, Image and Design. The study of the media is relevant, as they construct representations that seem to be reality itself, legitimizing and expanding, but also interdicting ways of being in the world, which can reiterate and/or stress social inequalities. The study indicated that Pop questioned traditional models of behavior, although it produced, to a large extent, representations of juvenility linked to privileged strata, whiteness and heteronormativity.","Cool \"youth\" on the Pop Covers, Brazil's First Youth Magazine (1970s)",{"keywords":169,"excerpt":170,"title":171},"\u003Cp>Revista Pop, juventude, anos 1970\u003C/p>","A Pop, primeira revista destinada à juventude brasileira, circulou entre 1972 e 1979, dialogando com transformações comportamentais do período impulsionadas pela contracultura e pelos movimentos gay e feminista. Busco compreender como as capas da Pop moldaram modelos de juvenilidades que, a priori, questionaram o conservadorismo social, ampliando referências para a construção das identidades juvenis. Nessa perspectiva, utilizo pesquisas sobre Juventude, Gênero, Raça, História, Imagem e Design. O estudo das mídias é relevante, pois elas constroem representações que parecem ser a própria realidade, legitimando e ampliando, mas também interditando modos de ser e estar no mundo, podendo reiterar e/ou tensionar desigualdades sociais. O estudo indicou que a Pop questionou modelos de comportamento tradicionais, embora tenha produzido, em grande medida, representações de juvenilidades ligadas às camadas privilegiadas, à branquitude e à heteronormatividade.","Juventude \"transada\" nas Capas da Pop, Primeira Revista Jovem do Brasil (anos 1970)",[33,34],"c1bd9da4-f850-4dea-8e50-de9c8e2718c9",[175],{"id":7,"name":8,"lastName":6,"email":11,"designation":7,"description":176,"role":7,"_id":10,"createDate":177,"filiation":13,"slugs":178,"url":7,"path":42,"lastmodified":179,"objectID":10},{},"2025-12-17T04:20:31.506Z",[15,16],1765945231506,[10],{"startPage":182,"file":183,"references":186,"endPage":263,"track":264,"doi":265},899,{"fullpath":184,"name":185},"https://storage.googleapis.com/memoria-ped.appspot.com/articles%2F15_pd_design_2024%2Fdownload-pdf-juventude-transada-nas-capas-da-pop-primeira-revista-jovem-do-brasil-anos-1970-37940.pdf","download-pdf-juventude-transada-nas-capas-da-pop-primeira-revista-jovem-do-brasil-anos-1970-37940.pdf",[187,190,192,194,197,200,202,205,208,211,214,217,220,222,225,227,230,233,235,238,241,244,247,249,252,254,257,260],{"id":188,"label":189},"9b815e3c-e7de-41d6-a778-42739f65235a","\u003Cp>ARIAS, Maria José Ragué. \u003Cstrong>Os movimentos pop\u003C/strong>. 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