[{"data":1,"prerenderedAt":345},["ShallowReactive",2],{"person-5eabe02d-87b8-45e9-a181-9c18df736ebc":3},{"success":4,"person":5,"request":341},true,{"lastName":6,"role":7,"name":8,"description":9,"_id":10,"designation":7,"id":7,"email":11,"url":7,"createDate":12,"filiation":13,"slugs":14,"articles":17},"Schiavoni","","Alexandre",{},"5eabe02d-87b8-45e9-a181-9c18df736ebc","schiavonidesign@yahoo.com.br","2025-12-27T17:18:27-03:00","Universidade Feevale – NH/RS",[15,16],"alexandre-schiavoni","schiavoni-alexandre",[18,157,277],{"pageRange":19,"parent":20,"data":21,"trackId":29,"type":30,"typeData":31,"metaData":143,"langs":145,"_id":148,"status":149,"updateDate":150,"contributors":151,"contributorsIds":153,"download":154,"slugs":155,"slug":156},null,"39f260d6-d61f-4dfe-b1f7-a6c315c260bd",{"secondary":22,"primary":26},{"keywords":23,"excerpt":24,"title":25},"\u003Cp>design, téchne, ars\u003C/p>","This article is the result of an research which aims to be a brief contribution for the debate on the relation design has with old and modern categories linked to 'know how to do'. It defends the hypothesis which claims that, in the design contemporary idea, there are three distinct acting registers: first, design is the up-dating of the concepts téchne and ars, which were used in Ancient and Medieval History; in another, design is neither reducible nor a synonym for modern notions of art, technique, technology or science, since these are continent to that; then, it is presented as an open and movable professional field to where distinct knowledge converge. Thus, one can understand the duty of the designer as being a political act impregnated with strategic actions.","The Design While Updating the Concept Greek Téchne",{"keywords":23,"excerpt":27,"title":28},"Este artigo é uma breve contribuição para o debate da relação do design com as antigas e modernas categorias do saber-fazer. Defende a hipótese de que na ideia contemporânea de design atuam três registros distintos: no primeiro, ele é a atualização dos conceitos de téchne e ars utilizados na Antiguidade e no Medievo; em outro, não é redutível e nem tampouco sinônimo das noções modernas de arte, técnica, tecnologia e ciência, uma vez que estas lhe são continentes; em um terceiro, se apresenta como campo profissional aberto e móvel para onde convergem distintos saberes. Deste modo, entende-se o fazer do designer como ato político impregnado de ações estratégicas.","O Design como Atualização da Téchne Grega","h9emx33mi","article",{"startPage":32,"file":33,"references":36,"endPage":142,"track":29,"doi":7},94,{"fullpath":34,"name":35},"https://storage.googleapis.com/memoria-ped.appspot.com/articles%2F10_congresso_brasileiro_de_pesquisa_e_desenvolvimento_em_design%2Fh9emx33mi-1766843180-94-107.pdf","h9emx33mi-1766843180-94-107.pdf",[37,40,43,46,49,52,55,58,61,64,67,70,73,76,79,82,85,88,91,94,97,100,103,106,109,112,115,118,121,124,127,130,133,136,139],{"label":38,"id":39},"\u003Cp>ARANTES, Priscila e ANTONIO, Jorge Luis. As fronteiras entre o design e a arte. In: VALESE, Adriana (et al.). \u003Cstrong>Faces do design\u003C/strong>. São Paulo: Rosari, 2003, pp.129-143.\u003C/p>","a3f1d872-4c66-4bb3-85e4-14bb22b1b0c7",{"id":41,"label":42},"6bd4bf4b-97c2-4f60-853d-36af1329f131","\u003Cp>ARISTÓTELES. \u003Cstrong>Ética a Nicômaco\u003C/strong>. Brasília: UnB, 2001.\u003C/p>",{"label":44,"id":45},"\u003Cp>BARBOSA, Carlos Alberto. Tékne e design: uma relação entre o conceito aristotélico de arte e o conceito contemporâneo de design. In: VALESE, Adriana (et al.). \u003Cstrong>Faces do design\u003C/strong>. São Paulo: Rosari, 2003, pp.49-72.\u003C/p>","0d51941d-faed-4d40-a1f3-48c62afd204d",{"label":47,"id":48},"\u003Cp>BOURDIEU, Pierre. Campo intelectual e projeto criador. In: GODELIER et alii (orgs.) \u003Cstrong>Problemas do estruturalismo\u003C/strong>. Rio de Janeiro: Zahar, 1968, pp. 105-145.\u003C/p>","343c8597-ec65-4b77-bc18-7b69850ce339",{"label":50,"id":51},"\u003Cp>______. A gênese dos conceitos de habitus e de campo. In: \u003Cstrong>O poder simbólico\u003C/strong>. Rio de Janeiro: Bertrand, 2004, pp. 59-74.\u003C/p>","a3d338fc-319e-4d88-ba55-1f7688c17c44",{"label":53,"id":54},"\u003Cp>BRANDÃO, Antônio Jackson de Souza. Téchne: entre a arte e a técnica. \u003Cstrong>Revista Litteris Filosofia\u003C/strong>, Julho 2010, Número 5. Disponível em: \u003Chttp://www.revistaliteris.com.br>. Acesso em: 12 jun. 2011\u003C/p>","5cc8ccad-742e-4de3-935c-134f129e72fe",{"label":56,"id":57},"\u003Cp>BÜRDEK, Bernhard E. \u003Cstrong>Design\u003C/strong>: História, teoria e prática do design de produtos. São Paulo: Blucher, 2010.\u003C/p>","0e5a9425-6957-4f2b-b337-7dedcac28da7",{"label":59,"id":60},"\u003Cp>CAMPOS, Gisela Beluzzo de. A influência do objeto industrial na arte. In: VALESE, Adriana (et al.). \u003Cstrong>Faces do design\u003C/strong>. São Paulo: Edições Rosari, 2003, pp.71-80; _____. Arte, design e linguagem visual. In: MOURA, Mônica. \u003Cstrong>Faces do design 2\u003C/strong> - ensaios sobre arte, cultura visual, design gráfico e novas mídias. São Paulo: Edições Rosari, 2009, pp.65-79.\u003C/p>","8e32dc5b-1aca-4db1-a95c-742c49b680ca",{"label":62,"id":63},"\u003Cp>CANDIDO, Maria Regina Magia do katádesmos: téchne do saber-fazer. \u003Cstrong>Hélade\u003C/strong> 3 (1), 2002: 23-34.\u003C/p>","610f5887-62f2-440b-990d-b7b39eebf727",{"label":65,"id":66},"\u003Cp>COSTA, Ricardo da. A Ciência no pensamento especulativo medieval. In: \u003Cstrong>Sinais – Revista Eletrônica\u003C/strong>. Ciências Sociais, Vitória: CCHN, Edição nº 5, vol. 1, set. 2009, pp.132-144.\u003C/p>","a22cdc9e-e2be-44f5-81fd-b0eab645ddf1",{"id":68,"label":69},"ae895c2d-ac84-4f4a-abb8-eedada83fd6a","\u003Cp>DELEUZE, Gilles. \u003Cstrong>Conversações\u003C/strong>. Rio de Janeiro: Ed.34, 1992.\u003C/p>",{"label":71,"id":72},"\u003Cp>_____. \u003Cstrong>Mil platôs – capitalismo e esquizofrenia\u003C/strong>. Vol. 5. São Paulo: Editora 34, 1997.\u003C/p>","ccd63a77-4bc7-4b17-8164-402bebae4fb5",{"label":74,"id":75},"\u003Cp>DIAS, Maria Helena Pereira. \u003Cstrong>Encruzilhadas de um labirinto eletrônico — uma experiência hipertextual\u003C/strong>. Campinas-SP: UNICAMP, s/d. Disponível em: \u003Chttp://www.unicamp.br/~has/mh/principal > . Acesso em: 20 jun 2011\u003C/p>","d187fd01-6764-4f5e-83e7-1a16d34368ed",{"label":77,"id":78},"\u003Cp>DINUCCI, Aldo. Sócrates versus Górgia. In: \u003Cstrong>Anais de Filosofia Clássica\u003C/strong>, vol. 2 nº 4, 2008, pp. 29-39.\u003C/p>","6c7e4da0-ba85-4f5f-a5d4-bc310139bbfc",{"label":80,"id":81},"\u003Cp>DONDIS, Donis A. \u003Cstrong>Sintaxe da linguagem visual\u003C/strong>. São Paulo: Martins Fontes, 1997, pp.7-12.\u003C/p>","875906ba-ae78-48df-9a78-70cc33f3162d",{"label":83,"id":84},"\u003Cp>FOUCAULT, M. \u003Cstrong>Microfísica do poder\u003C/strong>. Rio de Janeiro: Graal, 1979.\u003C/p>","a1c0d12f-eb7b-4307-a1fc-55fa45aba392",{"label":86,"id":87},"\u003Cp>_____. \u003Cstrong>As Palavras e as Coisas\u003C/strong>. São Paulo: Martins Fontes, 1995.\u003C/p>","8b5adc74-414b-4157-bb06-ae16d2fbe0ef",{"label":89,"id":90},"\u003Cp>_____. \u003Cstrong>Estratégia, poder-saber\u003C/strong>. Rio de Janeiro: Forense Universitária, (Coleção Ditos e escritos IV), 2003.\u003C/p>","7e16423d-00b1-41d4-bed4-a700247d73b4",{"label":92,"id":93},"\u003Cp>GARCIA, Alicia Olabuenaga \u003Cstrong>De la tecnica a la techne\u003C/strong>. Disponível em: \u003Chttp://serbal.pntic.mec.es/~cmunoz11/techne.html#Inicio> . Acesso em: 15 jun. 2011\u003C/p>","5515d19c-e6c5-4a08-aa8b-ce39bff87782",{"label":95,"id":96},"\u003Cp>HABERMAS, Jürgen. \u003Cstrong>Teoria de la acción comunicativa I\u003C/strong> - Racionalidad de La acción y racionalización social. Madri: Taurus, 1987.\u003C/p>","3f134c7a-8c09-488e-af35-d0dff3724e98",{"label":98,"id":99},"\u003Cp>__________. \u003Cstrong>Teoria de la acción comunicativa II\u003C/strong> – Crítica de la razón funcionalista. Madri: Taurus, 1987.\u003C/p>","d0d8a36e-ac7a-4fd5-8fd3-d50658d7b5e0",{"label":101,"id":102},"\u003Cp>__________. \u003Cstrong>Técnica e ciência como ideologia\u003C/strong>. Lisboa: Edições 70, 1987.\u003C/p>","cc4b368c-96a1-45ba-ba2e-3d1ebd30d8ac",{"label":104,"id":105},"\u003Cp>MACHADO, Roberto. \u003Cstrong>Deleuze e a Filosofia\u003C/strong>. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1990.\u003C/p>","f35d186f-8e32-491a-9976-1f39ebfbe8cc",{"label":107,"id":108},"\u003Cp>MEIRINHOS, José. O sistema das ciências num esquema do século XII no manuscrito 17 da Santa Cruz de Coimbra. \u003Cstrong>Revista Medievalista online\u003C/strong>, ano 5, nº 7, dez. 2009, Lisboa: IEM – instituto de Estudos Medievais. Disponível em http://www2.fcsh.unl.pt/iem/medievalista. Acesso em 02/06/2010.\u003C/p>","8b1f0c44-fedc-41fe-8965-245e2076b94b",{"label":110,"id":111},"\u003Cp>MELO, Chico Homem de. \u003Cstrong>Os desafios do designer & outros textos sobre design gráfico\u003C/strong>. São Paulo: Edições Rosari, 2003, pp 62-69.\u003C/p>","e7de9d2d-e187-423c-9e8f-740c45467ac9",{"label":113,"id":114},"\u003Cp>MORAES, Anamaria de. design: arte, artesanato, ciência, tecnologia? O fetichismo da mercadoria versus o usuário/trabalhador. In: COUTO, Rita Maria de; OLIVEIRA, Alfredo Jefferson de (orgs.). \u003Cstrong>Formas do design\u003C/strong>: por uma metodologia interdisciplinar. Rio de Janeiro: 2AB: PUC-Rio, 1999, pp.156-191.\u003C/p>","30db1fd2-8b04-4697-b85f-2258f0736490",{"label":116,"id":117},"\u003Cp>NASCIMENTO, Dulcileide Virginio. \u003Cstrong>A téchne mágica de Medéia no canto terceiro de Os Argonautas de Apolônio de Rodes\u003C/strong>. Rio de Janeiro, 2007. 151 f. Tese (Doutorado em Letras Clássicas) – UFRJ/ Faculdade de Letras/Programa de Pós-Graduação em Letras Clássicas, 2007.\u003C/p>","80f7ff60-2970-4af6-a871-9c3e71a046a1",{"label":119,"id":120},"\u003Cp>PERELLÓ, Javier Gimeno. De las clasificaciones ilustradas al paradigma de La transdisciplinariedad. \u003Cstrong>Revista El Catoblepas\u003C/strong>, nº 10, dezembro 2002.\u003C/p>","52ca583f-3f3f-4338-adc3-70466fda0ce5",{"label":122,"id":123},"\u003Cp>PLATÃO. \u003Cstrong>República\u003C/strong>. São Paulo: Ed. Nova Cultural, 1997.\u003C/p>","95642eb7-ffb8-4b9c-9825-da396303dfc3",{"id":125,"label":126},"fc7dc081-417e-4247-bf6c-380e0275811f","\u003Cp>ROUANET, Sérgio. \u003Cstrong>As Razões do Iluminismo\u003C/strong>. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.\u003C/p>",{"id":128,"label":129},"ae040812-6e44-4ac1-a9c8-cbc7ded4a108","\u003Cp>SOMMA JUNIOR, Nelson. Artesanato: patrimônio cultural. In: MOURA, Mônica. \u003Cstrong>Faces do design 2\u003C/strong> - ensaios sobre arte, cultura visual, design gráfico e novas mídias. São Paulo: Edições Rosari, 2009, pp.145-151.\u003C/p>",{"id":131,"label":132},"7fecc585-2476-4951-9978-e6af6bfbeb53","\u003Cp>STRUNK, Gilberto. \u003Cstrong>Viver de design\u003C/strong>. Rio de janeiro: 2AB, 2007.\u003C/p>",{"label":134,"id":135},"\u003Cp>VARGAS, Milton. \u003Cstrong>Para uma filosofia da tecnologia\u003C/strong>. São Paulo: Alfa - Omega, 1994.\u003C/p>","8de7c9d0-8ad1-4dd8-b08a-50f6c30aa6e3",{"label":137,"id":138},"\u003Cp>_____. História da matematização da natureza. \u003Cstrong>Estudos Avançados\u003C/strong>, São Paulo, v. 10, n. 28, dez. 1996, pp. 249-276 .\u003C/p>","36e5f553-553e-4a4a-bdaa-8da5d14f0840",{"label":140,"id":141},"\u003Cp>VILLAS-BOAS, André. \u003Cstrong>Utopia e Disciplina\u003C/strong>. São Paulo, 2ab Editora, 1998.\u003C/p>","8bc5bb4f-47be-4b96-acdc-6a3019a89050",107,{"updateDate":7,"createDate":144,"deleteDate":7},1766843180,[146,147],"primary","secondary","8c3c261b-e6df-49a1-87eb-0968abd2c468","enabled","2025-12-27T19:57:34-03:00",[152],{"url":7,"_id":10,"email":11,"filiation":13,"name":8,"designation":7,"lastName":6,"role":7},[10],2,[156],"o-design-como-atualizacao-da-techne-grega",{"pageRange":158,"parent":159,"updateDate":12,"data":160,"trackId":168,"type":30,"typeData":169,"slugs":263,"metaData":265,"langs":267,"_id":268,"contributors":269,"contributorsIds":276,"status":149,"download":154,"slug":264},"592-604","50fdb9c5-a3aa-47ea-b71c-8a1b73447b29",{"secondary":161,"primary":164},{"keywords":162,"excerpt":163,"title":7},"\u003Cp>design, medieval art, space\u003C/p>","During the Middle Age, the ars concept would nominate the activities that nowadays we identify as art, design and architecture. The conceptions that permeated the project development and how the medievals presented their objects is of difficult comprehension for the modern thinking categories. However, by making a brief displacement of the designers' modus operandi in contact with the medieval artifex - the one that practices the ars - a rich dialogue field opens. The diversity and amplitude regarding manners of results representation and presentation by modern designers - who think and manipulate the space from cuts, folds and overlaps, providing them with multiple significances - enables to establish connections and a comprehensive posture with the medieval ars field. Said in and objective way, designers are more enabled than a serie of other project professionals to comprehend the medieval ars production beauty and peculiarities, not only because they work by exploring the space, but also because the ars is incorporated in the process of structuring and emergence of the professional field.",{"keywords":165,"excerpt":166,"title":167},"\u003Cp>design, arte medieval, espaço\u003C/p>","Na Idade Média utilizava-se o conceito de ars para nominar atividades que hoje identificamos como arte, design e arquitetura. As concepções que permeavam o desenvolvimento de projeto e o modo como os medievais apresentavam seus objetos é de difícil compreensão para as modernas categorias de pensamento. Contudo, fazendo-se um breve deslocamento em que se coloca o modus operandi dos designers em contato com a atividade do artifex medieval – aquele que pratica a ars – abre-se um rico campo de diálogo. A diversidade e a amplitude das formas de representação e de apresentação dos resultados dos designers modernos – que pensam e manipulam o espaço a partir de recortes, dobras e sobreposições, fornecendo-lhes significados múltiplos - possibilita estabelecer nexos e uma postura compreensiva com o campo da ars medieval. Dito de forma direta, designers estão mais habilitados do que uma série outros profissionais da área de projeto, para compreender a beleza e as peculiaridades de produção da ars medieval não somente porque trabalham explorando o espaço, mas também porque ela está incorporada no processo de estruturação e emergência do campo profissional.","O Design e o Conceito de Ars Medieval","sio737ij",{"startPage":170,"file":171,"references":174,"endPage":262,"track":168,"doi":7},592,{"fullpath":172,"name":173},"https://storage.googleapis.com/memoria-ped.appspot.com/articles%2F10_congresso_brasileiro_de_pesquisa_e_desenvolvimento_em_design%2Fsio737ij-1766866706-592-604.pdf","sio737ij-1766866706-592-604.pdf",[175,177,179,181,183,185,187,189,191,194,197,200,202,204,207,210,213,215,217,219,221,223,225,227,229,232,234,237,239,242,244,247,249,251,253,256,259],{"label":38,"id":176},"203b04d4-6ba1-4120-b50f-8d162f8655cc",{"label":42,"id":178},"3072ae51-c7d9-4c29-a7a7-aef57e51da5c",{"label":44,"id":180},"9395bb8c-d312-4911-a833-07251054fac3",{"label":47,"id":182},"4a489189-6e4e-4ea8-8cb1-6eff3ae8bf06",{"id":184,"label":50},"d0d57e02-4d08-4f1d-9f94-39897c575968",{"label":53,"id":186},"f66b9a37-2070-4d05-a4ae-03a7d04ed070",{"id":188,"label":56},"2bd27651-286a-4514-a8a0-1c9a066840f1",{"label":59,"id":190},"863d73ca-7c05-4850-a4e4-75bb9cd466e5",{"label":192,"id":193},"\u003Cp>CANGUILHEM, Georges. \u003Cstrong>O normal e o patológico\u003C/strong>. 5. ed. 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