10º Congresso Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento em Design

UFMA — São Luís (MA)

Outubro/2012

O Uso de Ferramentas de Ajuste Sensorial na Composição de Espaços Corporativos

Use of Sensorial Adjustment Tools to Design Corporate Spaces

Como citar

Araújo, Bárbara J. R. S.; Santos, Mariana R. G. dos; Couto, Heloísa H.; "O Uso de Ferramentas de Ajuste Sensorial na Composição de Espaços Corporativos", p. 5126-5136. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO EM DESIGN, 10., 2012, São Luís. Anais [...]. São Luís: EDUFMA, 2012

Resumo

Esse artigo é um recorte de uma pesquisa em andamento, pautada na investigação da importância do uso dos recursos do visual merchandising e da cenografia na elaboração de espaços corporativos. Apresenta a relevância de aspectos da metodologia do design, bem como de outras áreas do conhecimento para a concepção de espaços imbuídos de significado, isto é, capazes de transmitir ao usuário a imagem pretendida para a empresa. A metodologia compreende levantamento bibliográfico e a análise de um estabelecimento como exemplo da aplicação das ferramentas de composição e de ajuste sensorial.
Palavras-chave:

ajuste sensorial, metodologia do design, espaços corporativos

Abstract

This paper reports on an ongoing study aimed at investigating the relevance of using visual merchandising and scenography resources to design corporate spaces. It explains the relevance of applying some methodological features of both design and other knowledge domains to conceive meaningful spaces, that is, spaces that convey the image desired by the corporation. The methodology comprises bibliographical research and analysis of a corporate space as an example of application of design and sensorial adjustment tools.
Keywords:

sensorial adjustment, design methodology, corporate spaces

Referências bibliográficas

  • ARCHER, L. B. Metodo sistemático per progesttisti, Editore Marsilio, 1967.

  • BAXTER, Mike. Projeto de produto: guia prático para o design de novos produtos. Traduzido por Itiro Iida. 2. ed., rev. São Paulo: Edgard Blücher, 2005.

  • FARINA, Modesto. Psicodinâmica das cores em comunicação. 2. ed. São Paulo: Edgar Blücher, 1986.

  • GOMES FILHO, João. Gestalt do objeto: sistema de leitura visual da forma. 6 ed. São Paulo: Escrituras, 2004.

  • MEYEREWICZ, André Borges. O conceito - concepções, pensamentos e reflexões. Transverso: diálogos entre design, cultura e sociedade, Barbacena, 155p., 2011. Disponível em: . Acesso em 24 dez. 2011.

  • MUNARI, Bruno. Das coisas nascem coisas. Traduzido por José Manuel de Vasconcelos. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008.

  • NIEMEYER, Lucy. Elementos de semiótica aplicados ao design. Rio de Janeiro: 2AB, 2010.

  • OUTBACK STEAKHOUSE. Iluminação do interior de restaurante da rede. Disponível em: . Acesso em 12 abr. 2012.

  • OUTBACK STEAKHOUSE. Marca aplicada na fachada de restaurante da rede Outback. Disponível em: . Acesso em 12 abr. 2012.

  • OUTBACK STEAKHOUSE. Pedra e madeira aplicadas ao espaço. Disponível em: . Acesso em 12 abr. 2012.

  • OUTBACK STEAKHOUSE. Representações que sugerem a ligação com a cultura étnica australiana. Disponível em: . Acesso em 12 abr. 2012.

  • OUTBACK STEAKHOUSE. Uluru (Ayers rock), formação rochosa do deserto australiano. Disponível em: . Acesso em 12 abr. 2012.

  • SCHNEIDER, Beat. Design - uma introdução: o design no contexto social, cultural e econômico. Traduzido por George Bernard Sperber, Sonali Bertuol. São Paulo: Blücher, 2010.

  • TOURISM AUSTRALIA. Deserto australiano (Outback). Disponível em: . Acesso em 12 abr. 2012.