[{"data":1,"prerenderedAt":90},["ShallowReactive",2],{"article:im-not-german-nor-japonese-im-brazilian-an-anthropological-analysis-about-the-processes-of-identity-":3},{"success":4,"article":5,"request":87},true,{"parent":6,"langs":7,"_id":10,"contributors":11,"typeData":16,"data":76,"slugs":85,"slug":86},"39f260d6-d61f-4dfe-b1f7-a6c315c260bd",[8,9],"primary","secondary","f3665319-4e19-412d-abe0-4499d6984718",[12],{"lastName":13,"name":14,"_id":15},"Anastassakis","Zoy","0fb79206-1148-40b8-aed3-316a70536e25",{"startPage":17,"references":18,"endPage":73,"track":74,"has_file":4,"doi":75},692,[19,22,25,28,31,34,37,40,43,46,49,52,55,58,61,64,67,70],{"label":20,"id":21},"\u003Cp>ANASTASSAKIS, Zoy. \u003Cstrong>Triunfos e impasses\u003C/strong>: Lina Bo Bardi, Aloisio Magalhães e a institucionalização do design no Brasil. Tese de Doutorado. Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social/Museu Nacional. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 2011.\u003C/p>","74ad360e-fe9d-4683-a954-67877ff68b01",{"label":23,"id":24},"\u003Cp>ANASTASSAKIS, Zoy. \u003Cstrong>Dentro e fora da política oficial de preservação do patrimônio cultural no Brasil\u003C/strong>: Aloisio Magalhães e o Centro Nacional de Referência Cultural. Dissertação de Mestrado. Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social/Museu Nacional. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 2007.\u003C/p>","beebd751-c223-4f32-96f4-c97c6b97fdee",{"label":26,"id":27},"\u003Cp>BONSIEPE, Gui. “A crise, a partir da periferia e do projeto”. In: \u003Cstrong>Agitprop\u003C/strong> (Revista Brasileira de Design), ano IV, numero 41. www.agitprop.com.br, outubro 2011.\u003C/p>","1c12de17-ebf4-42ac-a0ac-72987bbb5d20",{"label":29,"id":30},"\u003Cp>BORGES, Adélia. “Popular culture in Contemporary Brazil”. In: SCHWARTZ-CLAUSS, Mathias; VEGESACK, Alexander von (eds). \u003Cstrong>Antibodies\u003C/strong>. Fernando & Humberto Campana 1989-2009. 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Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2007.\u003C/p>","26c22aa8-8427-407d-9157-94d3c4cc6e15",{"id":56,"label":57},"c499bd17-fca7-4f80-930e-72bde90ab557","\u003Cp>FOUCAULT, Michel. “Sobre a arqueologia das ciências (resposta ao Círculo Epistemológico)”. In: \u003Cstrong>Estruturalismo e teoria da linguagem\u003C/strong>. Petrópolis: Vozes, 1971, p. 09-55.\u003C/p>",{"id":59,"label":60},"1ba0f87f-56b9-4c57-afa3-fda83fc58bd0","\u003Cp>LESSA, Washington Dias. “A ESDI e a contextualização do design”. In: \u003Cstrong>Piracema\u003C/strong>, revista de arte e cultura, nº 2, ano 2. Rio de Janeiro: Funarte, 1994, p. 102-107.\u003C/p>",{"label":62,"id":63},"\u003Cp>NOBRE, Ana Luiza de Souza. \u003Cstrong>Fios cortantes\u003C/strong>: projeto e produto, arquitetura e design no Rio de Janeiro (1950-70). Tese de Doutorado. Programa de Pós-Graduação em História Social da Cultura. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. 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São Paulo: Cosac Naify, 2006, p. 216-251.\u003C/p>",700,"rql5xp9v","",{"primary":77,"secondary":81},{"keywords":78,"excerpt":79,"title":80},"\u003Cp>design, identidade, contextualização cultural, brasilidade\u003C/p>","A comunicação analisa, a partir de uma perspectiva antropológica, os processos de construção identitária no campo profissional do design no Brasil, percebendo como a afirmação de uma identidade brasileira é muitas vezes construída por reação a uma suposta matriz identitária germânica. Assim, o trabalho levanta a hipótese de que o pensamento brasileiro de design se organiza relacionalmente, a partir de uma reação a outros pensamentos, entre eles, o da arquitetura modernista brasileira, mas, também, o de uma concepção universalizante associada ao design moderno, tal como ele foi proposto pela vertente germânica, via Bauhaus e HfG/Ulm.","“não Sou Alemão, Não Sou Japonês, Sou Brasileiro”: Uma Análise Antropológica Sobre os Processos de Construção Identitária no Design Brasileiro",{"keywords":82,"excerpt":83,"title":84},"\u003Cp>design, identity, cultural contextualization, Brazilianness\u003C/p>","The paper examines, from an anthropological perspective, the processes of identity construction in the professional field of design in Brazil, noting how the affirmation of a Brazilian identity is often constructed as a reaction to a supposed German identity matrix. Thus, the work raises the hypothesis that Brazilian design thought is organized relationally, from a reaction to other thoughts, among them the Brazilian modernist architecture, but also an universalizing conception associated with modern design, as it was proposed by the first German design schools, as the Bauhaus and the HfG/Ulm.","“i’m Not German, Nor Japonese, I’m Brazilian”: An Anthropological Analysis About the Processes of Identity Construction in Brazilian Design",[86],"im-not-german-nor-japonese-im-brazilian-an-anthropological-analysis-about-the-processes-of-identity-",{"target":88,"query":89},"articles/get",{"slug":86},1780315993983]